quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tortura ou calmaria

É como se na minha mente você não existisse e não pudesse existir para evitar toda tortura que me basta.
Na realidade, eu sei que você é bem mais vivo do que eu possa imaginar, mas toda diferença está em não poder te tocar.
Não é algo que dê para entender, pelo menos não vindo de mim. Talvez são coisas que vem e vão, ou seja, não perpetuam em meus pensamentos, mas elas continuam bem pregadas na minha mente e sabe-se lá até quando. Até enquanto dure as noites demoradas até que o sono venha.
Ah, como queria poder lhe dizer isso da melhor forma possível, sem parecer uma louca. Afinal de contas, eu sou humana. Sou tão humana e tudo aqui é tão intenso que eu sequer posso comparar.
Na verdade não sei entender suas atitudes e palavras, assim como não entendo as minhas. Nada que eu penso vai adiantar se eu realmente não comprovar e não tentar, mas é natural que o receio me prenda mais uma vez.
Às vezes é preciso "me afastar" porque só eu sei o quanto tudo vindo de você me tortura e ao mesmo tempo me faz tão bem.

terça-feira, 22 de março de 2011

Não se explica...


Às vezes bate uma tristeza sabe, um medo, um receio. Não gosto de me sentir idiota, muito menos de ficar me declarando. Geralmente tenho as minhas ideias, os meus sentimentos - mesmo muito confusos - bem guardados comigo. Não é meu revelar, não conto, não demonstro ou tento não demonstrar. Mas é necessário, pelo menos de vez em quando, que saibam.

Admiro tanto tudo o que você conquistou até agora. Me espelho, me inspiro em você. Acredite. Me imaginar, não igual, mas satisfeita um dia com a minha vida, com a minha carreira, alegrando pessoas, feliz...
Você é tão certo e seguro no que faz, tão sincero, sabe passar emoção, sabe não só arrancar sorrisos mas também arrancar elogios, e isso completa o ser humano. Você é único, mas sabe ser muitos ao mesmo tempo. Você não se resume em apenas uma qualidade, sabe transparecer muitas. Você não é aspas, você É. Seu olhar também diz muito, não são só suas atitudes e seu jeito. E eu gosto disso, gosto de conhecer um pouquinho das pessoas através do olhar. Você é incrível, e essa palavra não se resume a você nem a nada do que eu possa explicar, ainda.

Tornou-se uma das pessoas mais admiradas por mim nos últimos anos. E isso é muito! Não é todo mundo que é tão admirado assim, não por mim. Você é único e posso dizer que o que carrego comigo também é único. Sei o quanto as pessoas (meninas) que sonham com você, são apaixonadas e blablabla, mas não é bem isso que me convém. Eu imagino você como um amigo, de verdade, uma inspiração... como um ser sábio que além de me ajudar no que eu precisar vai poder me fazer rir, de alguma forma. Não é paixão, nem quero que seja; é admiração, é respeito, é alegria que não se explica, apenas se sente, como dizem. Aliás, queria eu poder explicar tudo isso. Queria poder explicar o quanto você é importante e querido na minha vida, o quanto me faz feliz com cada reply no twitter, cada vez que lê/leu alguma mensagem minha e respondeu. Como aquele dia na rádio em que pude ser privilegiada ouvindo meu nome através da sua voz. Pode ser pouco para outros, até mesmo para você, mas saiba que não é; foi o meu presente. Essa atitude conta mais que muitas outras mais diretas (eu acho), foi extremamente significativa pra mim.

Na verdade eu gostaria de um dia poder abraçá-lo e assim como sempre digo, poder dizê-lo o quanto admiro e o quanto agradeço ao seu talento por ele justamente ter colocado você à frente de tantas pessoas. Na minha vida, se é assim que pode-se dizer.

Obrigada por me causar essas vontades de escrever sobre você, pra você.
Obrigada!

sábado, 13 de novembro de 2010

Anseio Meu

Anseio de tudo o que floresce, de tudo o que muda e acontece.
Do anonimato ao reconhecimento dos meus sentimentos. Da verdade que preza (e cega) o mundo. Das mentiras - e verdades - cúmplices das dores. Dos segredos que geram conflitos. Dos receios que geram medos. Anseios.
Pouco a pouco acreditando, descrevendo o que já é passado. Esperando momentos decisivos capazes de mudar ideias, de causar angustia por algo destinado a acontecer. Acreditando nas pessoas, do qual meu coração já se alegra. Pessoas essas que, também, carregam a mudança dolorosa e repentina no olhar e no modo de falar, que registram, assim como eu, a confusão de seus sentimentos. Perguntas sem respostas. Gera a incapacidade de reconhecer, a ausência da generosidade da qual eu gostaria de compreender.
São anseios tão naturais e tão pertubadores. Tão meu. Eu só sei que hoje eles me pertencem, assim como eu os pertenço.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Esse é o preço

Sobre os momentos mais sublimes eu declaro a minha vida a observar, esperar e acreditar no que possa me satisfazer e me trazer paz. Um desabafo profundo, quem sabe espiritual, que me fortaleça perante os meus sentimentos e também sobre os meus medos.
Há tanto tempo procuro respostas e reconheço tantas fraquezas que não deveriam me pertencer, mas de alguma forma fazem parte do meu ser, da minha existência.
Eu não sei negar. Vou carregar tudo isso comigo, mesmo que fique apenas lembranças.
É como se escrevesse e apagasse a minha própria história a cada crise, a cada desespero.
Como se não bastasse me importar com as minhas mudanças e indiferenças, hoje me pergunto e me preocupo com as dos outros, de forma irônica e estúpida, já que eu deveria saber que nada aqui me pertence.
"Você" não se importa com o que é capaz de causar, não tem noção da superioridade que se tornaram os seus atos, por mais que sejam os mais ocultos e indefinidos. Só impõe a sua questão e deixa estar... Estar da pior forma possível.
Verdadeiramente, ferir, desencantar, causar dúvidas foram o nosso papel. No entanto, não sei se devo me importar. Aliás, sou aquela que já tem a mim mesma para cuidar e manter livre dos devaneios ruins; nada me cabe querer me importar com a sua consciência.
Entender que tudo isso contribuiu para uma nova espécie de sentimento acaba se tornando estúpido. Não é essa a verdade que eu quero acrescentar. Não há verdades, nem conclusões.
Sou incapaz de desentupir a raiva que me entorpece, mas posso dizer que sou capaz de senti-la e esperar para que ela se acumule ainda mais e saia carregada do que hoje não me faz falta.

domingo, 15 de novembro de 2009

Pura Refletição

Aquele livro me proporcionou um deslumbre que eu jamais tive, mas que também me cerca de dúvidas. E não é pra menos, pois com uma força tão imensa e absolutamente divina que nos move, existem dúvidas e receios para todos os lados - dúvidas, porém, não de não crer, mas de procurar respostas para as coisas, as pessoas e o mundo.
Não sei porque estou escrevendo isso, mas talvez seja uma necessidade do que estou sentindo nesse momento. Pode ser que depois esse sentimento cesse. Permanece de alguma forma só quando a gente vem à tona, como tem que acontecer para que acordemos. E nos deparamos a coisas sábias, de pessoas que de certa forma não tem nenhuma ligação conosco, a não ser por palavras (palavras que move corações) e colocam novas sementes que semeiam em nossa alma.

Como agora, por mais que eu tenha lido uma ficção, mas uma ficção de valor inqualculável comparada a necessidade do ser de abrir os olhos, de enxergar. Se não aconteceu, de qualquer forma você está ligado a história. Eu estou. Fiquei intrigada, sim. Pois o Divino nos oferece tanta coisa e é tão inexplicável e de certa forma até mesmo invisível aos nossos olhos. Nossos olhos já alterados, modernos, como diz. Não enxergamos certas coisas, não nos permitimos, não abrimos nossa mente e percebemos que, sendo o maior poder do universo, Ele pode mover mundos para mostrar e nos buscar de volta ao que os milênios vem ameaçando. Mas é claro, nada nem ninguém é maior, nem mesmo a capacidade do homem de criar coisas que visivelmente podem oferecer benefício - a ciência, por exemplo -, mas que de certa forma permite tampar os olhos e destruir. É uma ficção quase (ou completamente) real ao que vivemos hoje. Uma amostra do que o homem é capaz, mas o que o Criador decide, o que Ele move, o que Ele tira e destrói a favor de Sua obra e do amor pelos Seus filhos.
Uma porção de milagres acontece todos os dias. Verdade. Olhar para o céu, deslumbrar as estrelas. Respirar e se deliciar das naturezas do mundo. Aproveitar os sentimentos. Quem, se não Ele poderia nos proporcionar isso? Poder sentir que você, de certa forma carrega algo dentro de si e manifesta de uma forma diferente, quase valorizada. Que vê as pessoas dizendo e praticamente confirmando, embora quase indiretamente, que você é alguém especial ou está perto disso, e que tem seus medos, seus desafios, mas principalmente suas metas. Mesmo duvidando poder sentir algo inexplicável dentro do seu coração e buscar, tentar, mesmo fraca... Ver os concelhos, o caminho que você se encontra desde o seu nascer, as coisas que acontecem quase todos os dias com pessoas que você ama; você acreditar, mas esperar sempre mais, sempre algo mais divino pra poder entender de verdade e obter clareza. O sentimento mais puro e inexplicável, eu diria, isso já é um milagre plantado dentro de cada um de nós.
São minutos de estalo que a gente desperta e sente uma ponta de alvoroço nos incendiar. Aí é preciso dizer, expor, como agora, de uma forma complicada e estranha, mas que de uma forma esperançosa possa trazer refletição às pessoas.
Refletição de tudo que nos cerca, do que somos, do que somos movidos, senão a fé. Senão, inclusive, a uma força muito maior e muito mais misteriosa do que imaginamos.

Está além de nós. Aliás, não somos nada além do que temos que viver. Muitas vezes ouvimos mais os clamores da carne do que da alma. E isso também é destrutivo.
Não estamos aqui pra viver de alegrias pela vida toda, sonhos... Nem pra contemplar as coisas materiais quais alcançamos, sendo que o que precisamos e devemos alcançar de verdade está se afastando cada vez mais de nós.
Não é necessariamente o que devemos debater, mas refletir e oferecer para nós mesmos.

sábado, 31 de outubro de 2009

Parabéns!



Quando digo que me orgulho, realmente me orgulho.
E meio a tantos e tantos sentimentos que eu sempre guardei comigo, esse orgulho e a grande alegria não são os únicos. Nunca foram, embora sempre estiveram tão juntos.

Eu fico feliz. Trago uma felicidade que sempre me deu inspiração pra uma porção de coisas, e que depois eu fui me dando conta como muitas coisas que eu fazia e ainda faço estavam e estão ligadas a eles. Ao My Chemical Romance.

E o orgulho vem daí. Saber que o que eles fazem realmente é inspirador, é emocionante e mexe com os sentimentos de muita gente. Com os meus sentimentos.

O Frank está ficando mais velho hoje, justo halloween, que por sinal ele tanto gosta. E eu queria muito estar por perto só pra saber a reação de estar completando 28 anos. Aposto que o carinho não iria mudar. Aposto que aquele sorriso que eu costumo achar "sapeca" iria continuar estampado com a mesma intensidade de sempre. E eu provavelmente iria estar sorrindo junto. Sonhos a parte.

Me surpreende saber e perceber que a sensação que eu tenho é que aqueles fãs não se apresentam tão empolgados como algum tempo atrás. Que não se motivam, não festejam e declaram seu carinho. Por algum motivo, talvez. Como até eu já me considerei muito mais "torturada" por esse amor platônico antes, e agora eu me conformei de alguma forma.

Mas enfim, quem sabe o que eu sinto só pode ser eu mesma e mais ninguém. Meu amor por aqueles cinco meninos de New Jersey é gigante, maior que o próprio Frank. E eu admito e prefiro me preocupar somente com isso.



Parabéns Frank Anthony Thomas Iero Jr. Meu herói, meu herói e meu herói.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A busca


Que sentimento tão maginifico e misterioso é esse?
Transborda e arde no fundo da alma, como a larva foge de sua profundidade e arrasta tudo pelo seu caminho.

A alegria que se mistura com uma melancolia abrupta e invade o meu peito é tão intensiva que eu mal posso saboreá-la. Entendo por mim, mas não pelo o que sou. Dificilmente me encontro, e quando me encontro, já não me reconheço mais.
Acredito profundamente no que me envolve de diferentes formas, e entre elas considero algo divino. Concretizo, materializo e reflito tanto e tanto que tudo parece estar a ponto de explodir de repente.

Até posso sentir o cheiro que emana da minha alma; de flores, mas não as reconheço.
Já não reconheço tamanha irônia anônima, embora me acostumei.
Fico feliz pelo o que não me pertence e triste por algo que não me cabe. Encontro sorrisos e também busco o meu próprio sorriso, por merecimento. Confesso. Sou motivada e não dou motivos, infelizmente. E sei dos meus limites pois construí tudo de uma forma engenhosamente estranha e percorri parte dos meus anos tentando calcular, e contínuo... Até que esteja satisfeita.